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CASAS

Pastoral nacional do Povo da Rua: uma pastoral urbana a serviço da vida

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Foto:María-Cristina-Bove
Povo-da-rua
Quem somos?
A Pastoral do Povo da Rua é uma pastoral urbana a serviço da vida, especificamente das pessoas mais sofridas que moram, em geral, nos centros das cidades.

Sua missão é ser presença junto à população em situação de rua e dos lixões, reconhecer e celebrar os sinais de Deus presentes na sua história e desenvolver ações que transformem a situação de exclusão em projetos de vida para todos.

Sua sede está na cidade de Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais, e sua ação se estende por várias cidades do Brasil. Participa da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da Conferencia dos Bispos do Brasil - CNBB desde o ano de 2001. Não nasceu por decreto, foi se formando a partir da escuta e do clamor do povo da rua e dos lixões. Foi crescendo lentamente, descobrindo os sinais de Deus presentes no contato e na história do povo, criando vínculos de amizade e confiança. Também foi  buscando alternativas para, em conjunto, elaborar propostas de ação que diminuíssem a dor e sofrimento em que estão condenados a viver.

¿Quem são os sujeitos da nossa ação?
Estamos a serviço do povo que vive à margem dos centros das cidades.  Através dos tempos, eles representam um grupo populacional que recebe muitas denominações, sempre de caráter pejorativo e degradante. Chamados de mendigos, pedintes, vagabundos, sempre foram vistos como depositários da caridade, onde os outros tinham que definir sobre sua vida e destino.

Atualmente, o conceito utilizado define a População em Situação de Rua como:
[...] um grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória. (Definição utilizada no Decreto Presidencial 7053, de 31 de dezembro de 2009).

Não vamos analisar o conteúdo desta definição, apenas reconhecer a heterogeneidade que existe nessa população, para nos ajudar a não criar estigmas de caráter massivo e totalitário, mas, antes, reconhecer as especificidades e diferenças no perfil, e assim, poder oferecer respostas mais adequadas. Há de se considerar o número majoritário dos catadores de material reciclável, que, organizados atualmente em movimento, associações e cooperativas, obtiveram conquistas políticas importantes, dentre elas, a inclusão da categoria na Classificação Brasileira de Ocupações os reconhece como profissionais.

Outros grupos que há de se considerar são as pessoas com transtornos mentais, idosos, mulheres, trabalhadores informais. Todos estão são público que moram e/ou trabalham nos centros urbanos e que devem ter visibilidade e serem considerados cidadãos com direitos constitucionais garantidos.

 

 

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